quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Inauguração do Hospital Visão
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
JAR CONSTRUÇÕES
A JAR construções é uma empresa bastante atuante no mercado paraibano consolidada como referência na construção civil na cidade de Campina Grande.
No início de 2011 nosso escritório foi contactado para conceber o projeto da reforma na sede da empresa, com a missão de modernizar as fachadas da edificação de forma que ela representasse seu perfil atual.
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| Fachada Anterior |
Ficha Técnica:
Cliente: JAR Construções
Local: Campina Grande - PB
Arquitetura: Ricardo Vidal, Danielle Furtado e Juliana Cunha
Fotos: Ricardo Vidal
Colaboradora: Vanessa Maia
Projeto e execução: 2011
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
RESIDÊNCIA FS
| Construção existente antes da obra |
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| Planta Baixa Original: 1- terraço; 2- sala; 3- cozinha; 4- sanitários; 5- quarto; 6- suíte; 7- serviço. |
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| Planta Baixa Construída: 1- terraço; 2- sala de estar; 3- sala de jantar; 4- cozinha; 5- sanitários; 6- quarto; 7- suíte; 8- serviço; 9- lavabo; 10- espaço gourmet; 11- jardim da sala de jantar. |
| Transição entre as duas edificações |
Uma característica interessante do partido adotado é a possibilidade de utilização total ou parcial da edificação. As novas suítes, destinadas aos filhos, possuem cozinhas próprias, e como num flat, seus usuários podem vir passar os feriados em seus "apartamentos" sem ter que obrigatoriamente abrir toda a casa.
Ficha Técnica:
Local: Cabedelo - PB
Arquitetura: Ricardo Vidal
Fotos: Leonardo Tavares
Área do terreno: 325,00m²
Área Construída: 190,00m²
Ano do Projeto: 2010
Construção: 2011
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
HOSPITAL DA VISÃO
Cliente: Hospital da Visão
Local: João Pessoa - PB
Arquitetura: Ricardo Vidal
Maquete Eletrônica: Leonardo Tavares
Colaboradora: Vanessa Maia
Área do terreno: 600,65m²
Área Construída: 1.276,21m²
Ano do Projeto: 2010
terça-feira, 19 de junho de 2012
EDIFÍCIO BMW I
Ficha Técnica:
Cliente: BMW Construções
Local: João Pessoa - PB
Arquitetura: Ricardo Vidal
Sketchup: Ricardo Vidal
Colaboradora: Vanessa Maia
Área do terreno: 385m²
Área Construída: 789,93m²
Ano do Projeto: 2012
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
RESIDÊNCIA JC
Localizada no condomínio Atmosphera Residence, em Campina Grande, esta casa de 396,40m² encontra-se em obras. Seu terreno, com 714m², destaca-se por uma topografia de leve aclive e posição privilegiada no condomínio, o que dará grande visibilidade à construção.
De simples volumetria e fácil leitura, a edificação possui a predominância da cor branca, emoldurada pelo contraste dos tons neutros da madeira e pastilhas pretas, posicionadas estrategicamente com a finalidade de destacar volumes e esquadrias.
O pavimento térreo concentra as atividades de lazer e serviços. O acesso social é feito por uma grande porta, que ilustra o pé-direito duplo dominante em dois dos três ambientes da sala. Da sala, percebe-se todo o funcionamento da edificação, de onde se pode visualizar a escada de acesso ao segundo pavimento, a entrada do setor de serviços pela cozinha, o hall do gabinete e lavabo, o hall do quarto de hóspedes e finalmente toda a área de lazer, com espaço gourmet e piscina, através de uma grande esquadria de vidro que vence todo o vão da sala e seu alto pé-direito.
O pavimento superior concentra a área íntima da casa, com três suítes e estar íntimo. Volumetricamente apresenta-se como uma caixa, montada em balanço sobre os volumes de serviços. Na fachada frontal sobre a lavanderia e cozinha e na fachada posterior sobre o volume que contém o quarto de serviços, depósito e lavabo de apoio à área de lazer. A suíte principal é isolada do restante do pavimento, sendo acessada por uma passarela sobre o terraço.
Vista nordeste - destaque para o aclive natural do terreno. À esquerda, volume da área íntima em balanço sobre a área de serviço (acesso) e cozinha revestida com porcelanato madeirado. À direita, acesso social e garagem coberta para três veículos.
Vista noroeste - Acesso à garagem
Ficha Técnica:
Arquitetura: Ricardo Vidal, Juliana Cunha e Danielle Furtado
Interiores: Juliana Cunha e Danielle Furtado
Render Final: Bruno Gouvêa
Local: Campina Grande PB
Ano do Projeto: 2011
Início obras: 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
COKTELITAS DRINKS & COKTAILS
A Coktelitas Drinks & Cocktails é uma empresa jovem e profissional atuando desde 2004 no mercado de eventos do Ceará, hoje consolidada como referência na prestação de serviços de cocktails nos mais diversos eventos sociais e corporativos naquele Estado.
No início de 2011 nosso escritório foi contactado através da internet para a concepção do projeto da sede da empresa, em Fortaleza. A edificação residencial já bastante modificada, tinha proporções pouco atraentes e necessitava de verticalidade para se destacar no entorno. Assim foi criada uma "torre" na lateral dela, para servir de ponto focal, onde estão a logomarca da empresa e de alguns parceiros sobre um volume em tabuado.
O projeto baseia-se em planos brancos que partem da rampa de acesso e terminam sobre a parede rosa, que remete às cores da empresa. Todos os elementos da composição estão submetidos a um fundo preto, o que dá mais destaque a eles.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
RESIDÊNCIA AB

Construída em 1984 esta residência já não mais atende de forma eficiente as necessidades da família. Por isso foi solicitada a atualização do seu projeto, com a inserção de novos ambientes e redimensionamento dos existentes.
Para isso foi projetada a execução de mais um pavimento, com estar íntimo e suíte master, baseada na planta do pavimento térreo, a fim de otimizar a estrutura. A inserção deste novo pavimento possibilitou a utilização de pé-direito duplo em parte da sala de estar, que se estende pelo terraço e se abre para a área de lazer.
O acesso principal da casa foi alterado da face poente do terreno, voltada para uma avenida de maior movimento para a face norte, em uma rua mais tranquila. Esta alteração de acesso tem a intenção de valorizar a melhor perspectiva da casa e permite que o visitante atravesse o jardim e área de lazer antes de chegar à ela.
O partido arquitetônico é marcado por um desenho contemporâneo, que mescla formas puras com a utilização de volumes com materiais típicos da região.
Planta Baixa Existente: 1- Acesso; 2- Terraço; 3- Estar / Jantar; 4- Lavabo; 5- BWC; 6- Closet; 7- Suíte; 8- Quarto; 9- Cozinha; 10- Despensa; 11- Serviço; 12- Quarto Serviço; 13- Depósito; 14- Garagem; 15- Jardim de Inverno.
Planta Baixa Proposta Térreo: 1- Acesso; 2- Piscina; 3- Deque; 4- Churrasqueira; 5- Terraço; 6- Estar / Jantar; 7- Lavabo; 8- BWC; 9- Armário; 10- Varanda; 11- Suíte; 12- Quarto; 13- Cozinha; 14- Despensa; 15- Serviço; 16- Quarto Serviço; 17- Garagem.
Planta Baixa Pavimento Superior: 1- Estar Íntimo; 2- Suíte Master; 3- Closet; 4- BWC; 5- Varanda; 6- Vazio.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
MATRIZ DA SAGRADA FAMÍLIA

Estudo Volumétrico - Vista Noroeste
Remetendo à tradição da arquitetura Católica, a entrada situa-se sob o volume do coro para logo após se abrir a nave com um pé-direito monumental (8,10m). À esquerda da entrada, está localizado o Batistério, abaixo da torre (Campanário). Mais à frente, junto ao Presbitério encontra-se o espaço reservado para confessionário bem como o Sacrário.
À direita da entrada principal com acesso também pela nave, está o salão paroquial, já existente e utilizado para eventos da comunidade. Seu pé-direito também será alterado e ele ganhará um mezanino, ao tempo em que cederá área para uma nova bateria de sanitários e a Sacristia.
Será através do mezanino do salão que poderá se acessar o coro da igreja, e a partir deste, os demais pavimentos da torre (áreas técnicas).
No fundo do lote encontra-se a casa paroquial, que não será alterada, com exceção de uma ampliação da garagem, hoje subdimensionada.
Para melhor visualização da edificação parte do muro que cerca o lote será retirado, tornando o trecho da esquina utilizável pela sociedade. Como uma gentileza urbana, será feito o alargamento do passeio público, com a consequente melhoria da circulação de pedestres e cadeirantes.
O partido volumétrico, de linhas contemporâneas, surgiu da ideia de dar mais monumentalidade à Igreja. Para isso foi necessário unir os volumes, hoje separados, em uma única edificação. Seu embasamento será revestido em granito, que reforçará a leveza dos volumes brancos que sacam em balanço, na face frontal relativo ao coro e mezanino do salão, e na face lateral um elemento que viabiliza a ventilação cruzada na nave.
As aberturas para ventilação e iluminação foram resolvidas de forma que não haja a visualização do espaço exterior a partir da nave, para que os fieís possam realmente usufruir do espaço como um campo sagrado e dedicado exclusivamente à reflexão sem interferências externas.
Planta Baixa Existente: 1- Acesso; 2- Sacristia; 3- Depósito; 4- Assembleia / Presbitério; 5- Sala; 6- Quarto; 7- Cozinha; 8- Serviço; 9- Salão Paroquial; 10- Sala de Aulas; 11- Sanitários; 12- Garagem
Planta Baixa Proposta (térreo) - 1-Acesso; 2- Batistério; 3- Assembleia; 4- Presbitério; 5- Confessionário; 6- Sacrário; 7- Sala; 8- Quarto; 9- Cozinha; 10- Serviço; 11- Sacristia; 12- Secretaria; 13- Sanitários; 14- Salão Paroquial; 15- Sala de Aulas; 16- Depósito; 17- Artigos Religiosos; 18- Garagemquinta-feira, 24 de março de 2011
NA PONTA DOS PÉS
Maria Livia Cunha - Lugar Certo PB/ON
| Juliana Santos/Especial DB |
Rústico, de cerâmica ou porcelanato, concreto, com ou sem antiderrapante e a grande questão é como escolher bem o piso da sua casa? Qualidade, durabilidade e rapidez de manutenção são pontos que devem receber um grifo durante esse processo. Afinal, beleza não é tudo, nem para comprar cerâmica. Selecionadas as peças que atendem a estes quesitos, pergunte-se qual o tipo de uso que o espaço terá? E, então, mãos a obra.
Um material de qualidade ruim pode ficar empenado após a aplicação, quebrar ou apresentar falhas na tonalidade. Consultar um profissional e solicitar uma consultoria pode simplificar as coisas. “Ao projetarmos uma casa dividimos ela em três setores básicos: serviços, área íntima e área social. Por existir essa diferença de usos nos ambientes, podem-se utilizar pisos diferentes para cada setor, observando-se sua resistência e material”, afirma o arquiteto Ricardo Vidal.
Os tipos de piso são variados em cores, materiais, formatos e texturas. O piso de cimento queimado não possui rejuntes e isto facilita a limpeza. No entanto respingos de gordura podem manchar o revestimento e, quando molhado, ele fica escorregadio. O porcelanato pode ser aplicado em área interna ou externa. Existem várias aparências para esse tipo de peça, por exemplo, madeira, granito e mármore. Já os pisos em madeira são indicados para áreas de estar e jantar, além de quartos. Comumente, oferecem uma sensação de conforto.
No caso dos azulejos, existem as peças que são retificadas, ou seja, passam por um processo mais rígido de qualidade e possuem medidas alinhadas, seguindo um padrão, por isso utilizam menos rejuntes. “Muito cuidado com os chamados ‘pisos comerciais’, eles têm o preço baixo, mas também a qualidade é baixa”, afirma. O usual, segundo Ricardo, é a utilização de um único tipo de piso para toda a casa, dividindo-a em ambientes externo e interno. “Com isso obtemos um resultado mais limpo, onde os ambientes ficam mais integrados. Portanto, um piso único deverá ser resistente à abrasão, ao sol e também ser antiderrapante”, comenta.
Além de escolher bem a peça, vale ressaltar que apenas mão de obra qualificada deve ficar a frente desse tipo de serviço. Afinal, ao escolher o piso, deve-se pensar também que você o utilizará por muitos anos.
Índice PEI
A escolha do piso é uma decisão que exige cuidados. Segundo o Ricardo Vidal, “para o nosso clima, recomenda-se pisos cerâmicos e porcelanato, pois estes são materiais frios e resistentes”. No entanto deve-se observar sua classificação de resistência ao desgaste, conhecida como Índice PEI, para evitar incidentes com o material.
Esse índice divide-se em cinco categorias. O PEI 1 é recomendado para ambientes onde se caminha com chinelos ou pés descalços, já o PEI 2, é para ambientes onde se ande com calçados. O terceiro é mais resistente e indica-se para ambientes onde se caminhe com alguma quantidade de sujeira abrasiva, que não seja areia. O PEI 4 é indicado para todas as áreas residenciais e comerciais com alto tráfego. E, por último, o 5 deve ser utilizado em áreas com alto tráfego, como restaurantes e lojas.
Informações do INMETRO
O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) realizou uma pesquisa que avaliou a tendência da qualidade dos revestimentos cerâmicos (pisos e azulejos), em 1998. Das 24 marcas analisadas, apenas seis estavam integralmente de acordo com os requisitos da norma. Para garantir que o consumidor escolha corretamente o produto, o instituto sugere alguns cuidados.
1. Atenção para a procedência do produto: se tem informações sobre o fabricante (telefone, endereço) e indicação de estar de acordo com as normas.
2. Certifique-se de qual será o local de aplicação (parede ou piso): área residencial, comercial ou industrial.
3. Avalie o trânsito no local: de pessoas, de veículos, de móveis que são arrastados – para determinar o Índice PEI do produto que será comprado.
4. É importante saber a umidade no local: para determinar o Grupo de Absorção do produto – para locais mais úmidos, recomendam-se produtos com baixa absorção.
5. Calcule a metragem a ser revestida (m2): para cálculo da quantidade de peças necessárias. Sugere-se adquirir, pelo menos, 10% a mais do que a metragem.
6. Ao receber o material, verifique se todas as caixas contêm produtos do mesmo tamanho, tonalidade, qualidade, lote e índice PEI.
7. Por fim, durante a manutenção das peças, utilize apenas solução de água e detergentes neutros.
Serviço
Ricardo Vidal
Tel.:(83) 9969-7048
Email: contato@ricardovidal.arq.br
INMETRO
www.inmetro.gov.br
Maria Livia Cunha
marialiviacunha.pb@dabr.com.br
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
CONDOMÍNIO POPULAR
A fim de se evitar uma monotonia causada pela simples repetição de fachadas, duas tipologias residenciais de programas semelhantes foram projetadas e locadas alternadamente. Criadas como "casas-embrião" podem ser ampliadas em mais um cômodo de acordo com o crescimento da família sem alterações em planta. Seu programa, com 64m², possui sala para dois ambientes, dois quartos (uma suíte), cozinha, área de serviço coberta e terraço. Com um recuo frontal bem maior que o exigido por lei, estas casas terão garagem e jardins individuais que agregam valor e ampliam as possibilidades de lazer familiares.
Embora tenha uma área reduzida por ter que se enquadrar no padrão popular, este projeto tem a intenção de se destacar na região ao provar que uma arquitetura de qualidade pode estar acessível às camadas da base da sociedade e influenciar positivamente nos critérios das pessoas e do mercado imobiliário local.
Ficha Técnica:
Cliente: LB Engenharia LTDA.
Arquitetura e SketchUp: Ricardo Vidal
Local: Santa Rita PB
Ano do Projeto: 2010
Área do terreno: 900m²
Área de construção: 387,66m²
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
VIVAZ AMBIENTAÇÃO E TECNOLOGIA
Esta residência se localiza em uma movimentada avenida no Centro da cidade. Constitui-se de um volume sobe pilotis apoiado em sua lateral por um muro de arrimo decorrente do desnível natural do terreno. Partindo do princípio de preservar os traços modernistas, nossa intervenção é feita de forma delicada, com poucas interferências na edificação existente.
A concepção do projeto partiu do princípio que a escada original não atendia às necessidades de acesso principal para uma loja. Por isso criamos uma expansão no volume original com um novo acesso, destacado por uma larga escada e marquise metálica vermelha. Essa intervenção se destaca intencionalmente do volume original e se caracteriza volumetricamente como uma caixa de vidro (vitrines), permitindo a exibição de produtos na melhor perspectiva da edificação (lado de quem sobe a avenida). Ela é arrematada por uma parede cega no poente, onde destacaremos o nome do estabelecimento, ao mesmo tempo que o protegemos da forte insolação da tarde.
Por ser uma loja dirigida ao comércio de produtos de iluminação, as paredes de fechamento da fachada frontal original foram retiradas (preservando-se a caixa que as envolvia) e trocadas por vidro e brises, com a intenção de que à noite exista uma forte iluminação de dentro para fora da construção.
Ficha Técnica:
Arquitetura: Ricardo Vidal, Juliana Cunha e Danielle Furtado
Interiores: Juliana Cunha e Danielle Furtado
SketchUp: Ricardo Vidal
Render Final: Leonardo Tavares
Local: Campina Grande PB
Ano do Projeto: 2010
Construção: 2010























